Mensagens

Torre do Tombo

Imagem
"O actual edifício da Torre do Tombo foi projectado pelo arquitecto Arsénio Cordeiro, em colaboração com o arquitecto António Barreiros Ferreira. Foi inaugurado em 1990, destinando-se a receber o Arquivo Nacional, cujo vasto espólio se encontrava desde 1757 no edifício do Mosteiro de São Bento da Saúde, actual Palácio de São Bento. O novo arquivo herdou o nome da torre albarrã do Castelo de São Jorge onde eram mantidos os documentos do reino desde pelo menos 1378, e até 1755, quando o terramoto que atingiu Lisboa colocou em perigo os registos."
Referências:Direção-Geral do Património Cultural — Edifício do Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Disponível em: <http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/15326946> [acesso em 2-11-2015]

Portas de Benfica

Imagem
As Portas de Benfica dizem respeito aos edifícios erigidos em 1852, em arquitectura revivalista, na fronteira entre Lisboa e Amadora. Desde a sua construção e até à data da abolição do limite fiscal, o conjunto funcionou como alfândega, controlando os acessos à cidade de Lisboa. Muito embora os edifícios se encontrem apartados pela via de comunicação que os separa — a Estrada de Benfica —, ambos devem ser entendidos como uma entidade arquitectónica única, com volumes semelhantes, dispostos a Sul e a Norte, que, em jeito de legado, define hoje um ponto de confluência na malha urbana comum às duas cidades, materializando-se no núcleo de uma praça.
Em termos estéticos e formais, os volumes são autoportantes, constituídos por paredes em alvenaria mista de pedra e tijolo, onde se destacam alguns elementos eruditos, especialmente nos remates, com o recurso às bandas lombardas, num revivalismo neo-românico, e à platibanda, percorrida por frisos, sobrepujadas por ameias decorativas.



Sistema de…

20 de março

Imagem
Não me é alheia a observação natural do espaço que me rodeia, do seu desenho, da forma como é construído e organizado; da articulação que estabelece entre as áreas da vida humana. A observação, uma das principais ferramentas do arquitecto, é o primeiro registo, a fase inicial e fundamental para o despoletar da arte de projectar.



Portugal de Siza

Imagem
Pavilhão de Portugal, Lisboa, Álvaro Siza Vieira (1998).

Arte Calçada

Imagem
A origem do pavimento em pedra calcária, vulgarmente conhecido por calçada portuguesa, remonta aos meados do século XIX com a pavimentação do Rossio, em 1848. Essa intervenção representou o culminar do plano de reconstrução da Baixa de Lisboa, quase um século após o seu início. Os motivos marítimos representados na calçada — que se caracterizam pelas caravelas a oriente e ocidente e por linhas onduladas que se repetem e preenchem toda a Praça D. Pedro IV — formam o Mar do Rossio.
O pavimento de calçada portuguesa foi sendo transportado pelo tempo para outras zonas da cidade de Lisboa, de Portugal continental e insular, e também para o Brasil. Nela são reconhecidas diversas formas de assentamento, dimensão (da pedra) e cor.






Histórias Assim Mesmo (*)

"O transeunte com tempo acomoda-se como uma sombra ao meu lado e pergunta:
— Ó senhor, o que está a fazer?
— Estou a desenhar.
— Está a desenhar... o quê?!
Apesar de estar virado para o edifício que, obviamente, estou a desenhar e a pergunta me parecer desnecessária respondo:
— Estou a desenhar este edifício — inclinando o papel para mostrar o desenho.
— Qual?!
Por esta pergunta se percebe que as pessoas têm uma insuficiente educação visual, pois não conseguem interpretar os mecanismos de representação do real, mas respondo:
— Estou a desenhar esta casa em ruínas, em frente — digo apontando.
Faz-se um curto silêncio, interrompido por novas perguntas.
— É da Câmara (Municipal)?
— Não.
— Hum!... mas está a fazer isso para a Câmara?
— Não.
— Hum!... mas vão fazer obras?
— Não sei, mas que está a precisar, está.
— Mas,... porque é que está a desenhar?
— Estou a estudar o edifício, sou arquitecto.
— Por que não tira fotografias?
— Primeiro desenho e depois sei o que quero fotografar.

Elevador do Castelo

Imagem
O elevador do Castelo é um equipamento em serviço desde 31 de Agosto de 2013, destinado à utilização pública, que corresponde à primeira etapa da ligação entre a Baixa e o Castelo de São Jorge. Esta obra, projectada pelo arquitecto João Pedro Falcão de Campos, surge no contexto da revitalização do eixo da Rua da Vitória e do edifício dos números de polícia 170 a 178 da Rua dos Fanqueiros.
O nível mais baixo, que dá para a Rua dos Fanqueiros, compõe-se de um átrio amplo com duplo pé-direito e uma pequena recepção. Três ascensores e um bloco de escadas transparentes estabelecem a conexão com a Rua da Madalena.




Rua dos Fanqueiros



Átrio




Rua da Madalena