Apeadeiro
A ideia de uma estação junto à Torre de Belém, na linha ferroviária Lisboa – Cascais, decorre do conjunto de propostas para a frente ribeirinha entre a Torre de Belém e a foz do rio Jamor, resultado do programa de um exercício de fim de curso. Esta intenção funciona em articulação com outras que têm lugar nessa extensa área de território urbano que, duma tal sorte de realidades, problemáticas e desígnios, a ênfase ao lugar histórico, ao espaço público e ao transporte colectivo constitui o foco desta transformação.
Neste corte à mão levantada, representa-se a galeria subterrânea com os diferentes níveis, os acessos e a escala humana. Da vontade de criar uma grande via à superfície entre a Ermida do Restelo e a Torre de Belém, as instalações necessárias ao funcionamento da estação são atiradas para um nível intermédio situado entre as cotas da rua e da plataforma de embarque, criando aí um corredor-varanda, como Álvaro Siza faria em S. Bento e Baixa-Chiado, ritmado pela luz zenital prove…
Neste corte à mão levantada, representa-se a galeria subterrânea com os diferentes níveis, os acessos e a escala humana. Da vontade de criar uma grande via à superfície entre a Ermida do Restelo e a Torre de Belém, as instalações necessárias ao funcionamento da estação são atiradas para um nível intermédio situado entre as cotas da rua e da plataforma de embarque, criando aí um corredor-varanda, como Álvaro Siza faria em S. Bento e Baixa-Chiado, ritmado pela luz zenital prove…