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Corvos

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A celebração da arte faz-se com a variedade geométrica e policromia do azulejo português. Em Lisboa, contam-se tantos exemplos quanto o número de paredes, mais do que as estampas recriadas — neste capítulo do projecto Azulejo Luso — que servem de suporte às ideias de novos padrões.








Regresso

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O Azulejo Luso está vivo e de boa saúde. Todos os projectos passam por fases em que o mais insignificante detalhe se questiona: o tipo de letra; a cor; a marca que se pretende incutir; a forma de comunicar com o outro lado. Esse lado. E o objectivo dessa comunicação permitiu desenvolver uma comunicação mais honesta do ponto de vista gráfico e sensorial, ou seja, através do desenho, da expressão dos elementos geométricos que compõem cada nova tela criada.

Contextualizando, o Azulejo Luso é o projecto que compila e dá continuidade aos padrões geométricos que vêm sendo desenhados com base nos padrões dos antigos azulejos portugueses. Contudo, esses padrões conservam a sua autenticidade, uma vez que o objectivo é a criação de novas linhas com um fim bem definido: ilustrativo.

Para já, o projecto conta com três veículos de comunicação digital: Facebook, Google+ e Instagram. Nestas redes sociais, as informações que cada uma contém tendem a ser idênticas, pois que o modo e o público são natu…

Portas de Benfica

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As Portas de Benfica dizem respeito aos edifícios erigidos em 1852, em arquitectura revivalista, na fronteira entre Lisboa e Amadora. Desde a sua construção e até à data da abolição do limite fiscal, o conjunto funcionou como alfândega, controlando os acessos à cidade de Lisboa. Muito embora os edifícios se encontrem apartados pela via de comunicação que os separa — a Estrada de Benfica —, ambos devem ser entendidos como uma entidade arquitectónica única, com volumes semelhantes, dispostos a Sul e a Norte, que, em jeito de legado, define hoje um ponto de confluência na malha urbana comum às duas cidades, materializando-se no núcleo de uma praça.
Em termos estéticos e formais, os volumes são autoportantes, constituídos por paredes em alvenaria mista de pedra e tijolo, onde se destacam alguns elementos eruditos, especialmente nos remates, com o recurso às bandas lombardas, num revivalismo neo-românico, e à platibanda, percorrida por frisos, sobrepujadas por ameias decorativas.



Sistema de…

20 de março

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Não me é alheia a observação natural do espaço que me rodeia, do seu desenho, da forma como é construído e organizado; da articulação que estabelece entre as áreas da vida humana. A observação, uma das principais ferramentas do arquitecto, é o primeiro registo, a fase inicial e fundamental para o despoletar da arte de projectar.



Portugal de Siza

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Pavilhão de Portugal, Lisboa, Álvaro Siza Vieira (1998).

Arte Calçada

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A origem do pavimento em pedra calcária, vulgarmente conhecido por calçada portuguesa, remonta aos meados do século XIX com a pavimentação do Rossio, em 1848. Essa intervenção representou o culminar do plano de reconstrução da Baixa de Lisboa, quase um século após o seu início. Os motivos marítimos representados na calçada — que se caracterizam pelas caravelas a oriente e ocidente e por linhas onduladas que se repetem e preenchem toda a Praça D. Pedro IV — formam o Mar do Rossio.
O pavimento de calçada portuguesa foi sendo transportado pelo tempo para outras zonas da cidade de Lisboa, de Portugal continental e insular, e também para o Brasil. Nela são reconhecidas diversas formas de assentamento, dimensão (da pedra) e cor.






Elevador do Castelo

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O elevador do Castelo é um equipamento em serviço desde 31 de Agosto de 2013, destinado à utilização pública, que corresponde à primeira etapa da ligação entre a Baixa e o Castelo de São Jorge. Esta obra, projectada pelo arquitecto João Pedro Falcão de Campos, surge no contexto da revitalização do eixo da Rua da Vitória e do edifício dos números de polícia 170 a 178 da Rua dos Fanqueiros.
O nível mais baixo, que dá para a Rua dos Fanqueiros, compõe-se de um átrio amplo com duplo pé-direito e uma pequena recepção. Três ascensores e um bloco de escadas transparentes estabelecem a conexão com a Rua da Madalena.




Rua dos Fanqueiros



Átrio




Rua da Madalena

Porto Cidade

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Painéis toponímicos da cidade do Porto.

Santa Maria

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A igreja de Santa Maria da Graça, em Setúbal, foi construída no século XIII. Na segunda metade do século XVI, o projecto da sua reconstrução foi elaborado pelo arquitecto António Rodrigues, segundo a linha do Estilo Chão.




O Estilo Chão é uma expressão que se refere a um estilo arquitectónico português marcado pela austeridade das formas. O termo foi criado pelo teórico norte-americano George Kubler, que definiu este estilo como uma "arquitectura vernácula, mais relacionada com as tradições de um dialecto vivo do que com os grandes autores da Antiguidade Clássica". Nesta medida, a igreja de Santa Maria da Graça é exteriormente caracterizada por linhas sóbrias com cunhais em pedra como elementos estruturantes da fachada, e o elemento serliana na entrada principal — sequência de três vãos, sendo o central em arco de volta inteira e os laterais de verga recta. A ladear o pórtico estão duas torres sineiras entre as quais corre um terraço decorado com merlões.

337 a 339

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Edifício dos números de polícia 337 e 339 da Rua da Junqueira.


Com a sua malha colorida e esmaltada.