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Portugal de Siza

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Pavilhão de Portugal, Lisboa, Álvaro Siza Vieira (1998).

Arte Calçada

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A origem do pavimento em pedra calcária, vulgarmente conhecido por calçada portuguesa, remonta aos meados do século XIX com a pavimentação do Rossio, em 1848. Essa intervenção representou o culminar do plano de reconstrução da Baixa de Lisboa, quase um século após o seu início. Os motivos marítimos representados na calçada — que se caracterizam pelas caravelas a oriente e ocidente e por linhas onduladas que se repetem e preenchem toda a Praça D. Pedro IV — formam o Mar do Rossio.
O pavimento de calçada portuguesa foi sendo transportado pelo tempo para outras zonas da cidade de Lisboa, de Portugal continental e insular, e também para o Brasil. Nela são reconhecidas diversas formas de assentamento, dimensão (da pedra) e cor.






Volumes de Xisto

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Piódão é uma aldeia sede de freguesia do concelho de Arganil, no distrito de Coimbra. O núcleo urbano e íntegro desta povoação dispõe-se sobre uma encosta em arquibancada, orientada a Sul.

O orgânico da malha é justificado pela sua origem medieval. No entanto, verifica-se que existe uma organização em torno da praça do adro — esse vazio tão importante, centro das afectividades e que nele acontecem os encontros do quotidiano (Pereira, 2008). Dessa praça irradiam alguns caminhos, estreitos e irregulares, num aproveitamento constante de espaço e requisitos necessários à implantação de habitações. As vias comunicam entre si por pequenas vielas, becos e veredas.



O tipo de material utilizado nos espaços públicos e na maioria das habitações é a pedra de xisto, que, por si só, constitui um factor de notoriedade e de interesse a diversos níveis. As coberturas dessas edificações em xisto recorrem, sobretudo, à lousa.


Mais informações de carácter científico no sítio do SIPA. Esboço o meu agradec…

Vão

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Vão de um edifício do Bairro do Arco do Cego.

Janela de batente com uma moldura apenas constituída por peitoril e lintel curvo, em pedra lioz, com motivos vegetalistas. A caixilharia e as folhas duplas são em madeira.

Torre de Vilharigues

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Romeiro, se ainda sentes que em tua alma lampejam os brios patrióticos, revoga os grandes eventos da História e deixa-te penetrar da emoção de saberes que sob o abrigo destas pedras, nasceu e viveu um dos nossos mais gloriosos heróis: Alferes Duarte de Almeida, o Decepado de Toro.

Engenheiro Mário Cruzeiro






A Torre de Vilharigues, também designada por Castelo de Vilharigues, é uma torre construída no século XI decorrente da reconquista de Viseu e povoamento da região de Lafões. Está localizada sobre um outeiro que se eleva no centro da freguesia de Vilharigues, no concelho de Vouzela.
No princípio de 2013 ficou concluída a intervenção de recuperação da torre, da autoria do Arquitecto Renato Rebelo, que teve como objectivo a construção, no interior do monunento, de uma torre em vidro, com estrutura de ferro e madeira, entre outras infra-estruturas em torno do podium.
Relativamente aos aspectos estético-formais, a torre apresenta uma planta centralizada, quadrangular. Da massa edificada…

Manto de Pedra

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Depois de anos a fio a tê-los como companheiros nas idas e voltas à capital, apenas hoje reconheço a sua beleza e reparo na arte da sua construção. Os edifícios da Rua dos Cordoeiros a Pedrouços, na parte lisboeta de Algés, estão vestidos com o fruto da região: a pedra lioz.



Outra das suas características é a clara diferença para as habitações da Rua Damião de Góis — de uma traça austera e de regime. Os volumes do arquitecto Quintino, por seu turno, apresentam-se como prismas quadrangulares que se erguem do solo e se apoiam em pilotis, rematados por fachadas simples e com planos curvos subtis.