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Porto 1962

«O arquitecto deve [...] realizar obra à escala humana não apenas sob o ponto de vista físico mas também emocional; restituir ao homem arrasado, esmagado pelas cidades tragicamente envoltas no manto sombrio do fumo, do ruído ou das sombras, a sua condição primária de ente saído do seio da natureza. Ou, como diz Alvar Aalto — o homem deve estar sempre no centro do problema.»


José Carlos Loureiro, O azulejo. Possibilidades da sua reintegração na arquitectura portuguesa (1962)