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Angelologia

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Desde princípio que o azulejo é o principal veículo da arte no Metro de Lisboa, tornando este sistema único no mundo pela permanente referência à tradição hispânica.
As primeiras estações — desenvolvidas durante o período do Estado Novo, entre 1955 e 1972 — seguem uma linha formal e rígida, segundo as orientações do regime, que conduziu a uma expressão praticamente isenta de elementos figurativos.
Na estação Anjos, as intervenções plásticas correspondem a datas e autores distintos. Ao átrio sul, que data da inauguração da estação em 1966, atribui-se a autoria a Maria Keil (figuras 1 a 6), enquanto que no átrio norte, fruto da ampliação da estação em 1982, a intervenção é de Rogério Ribeiro (figuras 7 e 8). Em ambos os casos, o padrão é idêntico e constitui a base de uma intervenção que inclui também figuras fora do âmbito geométrico, uma excepção ao princípio original.

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Referências:
Saporiti, T. (1992) Azulejos de Lisboa do Século XX. Porto: Edições Afrontamento.
Câmara Muni…

Quarto Motivo

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"Silhueta", 6-9-2013.

Terceiro Motivo

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Projecto Azulejaria, 3ª fase, 31-8-2013.

21-A

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O painel "Moldura interior", publicado em Outubro do ano passado, não é mais do que uma derivação de outro, mais simples, esboçado no final de 2010.



Remate

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Para encerrar o capítulo da segunda fase, apresento o painel "Curvalinha", cujo traço está a grafite desde Fevereiro e só em Junho avançou para o domínio informático para ser organizado e replicado.
A unidade do painel tem o seu princípio ordenador numa linha curvilínea que se inicia num ponto de uma circunferência exterior invisível, tangente à quadrícula, que segue o contorno de várias circunferências inscritas e concordantes entre si. O paínel, considerado infinito, é, por sua vez, construído à custa de um jogo de simetrias e anti-simetrias.

Cordilheira

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O painel "Cordilheira" (25-1-2013) desenvolve ainda a temática do desenho geométrico abstracto que reveste a 2ª fase do Projecto Azulejaria.



Museu

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O segundo ano de Projecto de Arquitectura terminou, uma vez mais, com um exercício em contexto urbano, prevendo a ocupação de um lote no bairro de Alfama, em Lisboa, por um volume de espaços: um Museu de Arqueologia.



Iniciado em Fevereiro e concluído no final do mês de Maio, o exercício contemplou um número de fases associadas à pesquisa das matérias inerentes ao projecto ("o que é a arqueologia?"; "o que é um museu e para que serve?"), o estabelecimento de princípios orientadores, o questionamento das suas validades e, por último, a fase de concretização e finalização do modelo.

Apresentam-se algumas imagens sobre as maquetes de representação da envolvente e do volume construídas à escala 1:200 em materiais diferenciados, com o museu destacado pelo cartão branco.



O portfolio final que inclui a explanação deste e dos exercícios anteriores pode ser consultado em http://pt.scribd.com/doc/149347878/Portfolio-TMiranda-Jun13.

Atelier

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O projecto de um conjunto de espaços de um atelier privado para um artista foi o propósito de um exercício do segundo ano do curso de Arquitectura. O desenho e a concepção da proposta estiveram intimamente ligados às pré-existências do local de implantação, nomeadamente, a obra de um arquitecto de renome, a topografia, entre outros aspectos.






Variante

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Anteriormente foi apresentada uma proposta de padrão constituído por fiadas orientadas de hexágonos irregulares que encaixam uns nos outros. Num momento seguinte, surgiu a ideia de simular a terceira dimensão a partir da transformação dos hexágonos, manipulando-os, de forma a tomarem a aparência de prismas quadrangulares em perspectiva cavaleira.


Divisão Decrescente

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De 21 de janeiro, a versão principal


 e as secundárias.



Painel de proporção e dimensão fixas, 18 por 12 quadrículas com 15 cm de lado (2,7 por 1,8 metros).

Segunda Fase

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A segunda fase do Projeto Azulejaria inicia-se com um esquema que tira partido da diagonal dos quadrados que compõem um painel, numa alusão a marcas de perigo.


"Listas Diagonais", 24-1-2013.



Livro Calendário

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O Livro Calendário 2013 iniciou-se com os esboços da ideia-chave, em setembro último, e foi pensado para servir de veículo de divulgação dos padrões geométricos elaborados no âmbito do Projeto Azulejaria. A conclusão ocorreu no passado dia 14.

Esboços/projeto




 Aspeto final


XVIII

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Padrão floreado, também na Rua Teófilo Braga (Lapa).


Pedras Negras

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Num edifício de esquina,



fachada e painel toponímico de azulejo.

Reprodução IV

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Padrão geométrico do revestimento azulejar de um edifício na rua Frederico Arouca, em Cascais.


Outono

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Recriação de um padrão a partir de um papel de embrulho.






Moldura interior

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Após uma interrupção de dois anos e meio, o Projeto Azulejaria voltou a ganhar expressividade com a criação de cerca de duas dezenas de paineis na edição de verão de 2012. O esquema sóbrio de fundo cinzento com uma tríplice de quadrados brancos concêntricos foi criado a 10 de setembro, sob a denominação "Moldura interior". Este pretende ser a abstração que marca o fim de uma fase de estudo.

Aproximação do real

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Janela aleatória em Lisboa.

Grelha

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de rombos*, 10-9-2012.


(*) losangos.

Cruz circular

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"Cruz circular", 10-9-2012.