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Angelologia

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Desde princípio que o azulejo é o principal veículo da arte no Metro de Lisboa, tornando este sistema único no mundo pela permanente referência à tradição hispânica.
As primeiras estações — desenvolvidas durante o período do Estado Novo, entre 1955 e 1972 — seguem uma linha formal e rígida, segundo as orientações do regime, que conduziu a uma expressão praticamente isenta de elementos figurativos.
Na estação Anjos, as intervenções plásticas correspondem a datas e autores distintos. Ao átrio sul, que data da inauguração da estação em 1966, atribui-se a autoria a Maria Keil (figuras 1 a 6), enquanto que no átrio norte, fruto da ampliação da estação em 1982, a intervenção é de Rogério Ribeiro (figuras 7 e 8). Em ambos os casos, o padrão é idêntico e constitui a base de uma intervenção que inclui também figuras fora do âmbito geométrico, uma excepção ao princípio original.

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Referências:
Saporiti, T. (1992) Azulejos de Lisboa do Século XX. Porto: Edições Afrontamento.
Câmara Muni…

Primeira Estampa

A Estampa, como publicação, marca não só o trabalho dos primeiros meses de 2017, como, por outro lado, abre uma pausa na produção exaustiva de padrões de temática geométrica. Será uma pausa para amadurecer ideias. No Verão, a Estampa regressará, embora reduzida, mas destinada a carregar a imagem do Azulejo Luso.

Regresso

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O Azulejo Luso está vivo e de boa saúde. Todos os projectos passam por fases em que o mais insignificante detalhe se questiona: o tipo de letra; a cor; a marca que se pretende incutir; a forma de comunicar com o outro lado. Esse lado. E o objectivo dessa comunicação permitiu desenvolver uma comunicação mais honesta do ponto de vista gráfico e sensorial, ou seja, através do desenho, da expressão dos elementos geométricos que compõem cada nova tela criada.

Contextualizando, o Azulejo Luso é o projecto que compila e dá continuidade aos padrões geométricos que vêm sendo desenhados com base nos padrões dos antigos azulejos portugueses. Contudo, esses padrões conservam a sua autenticidade, uma vez que o objectivo é a criação de novas linhas com um fim bem definido: ilustrativo.

Para já, o projecto conta com três veículos de comunicação digital: Facebook, Google+ e Instagram. Nestas redes sociais, as informações que cada uma contém tendem a ser idênticas, pois que o modo e o público são natu…

Índigo

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O número 61 da Avenida Marginal é um edifício gaioleiro situado no Dafundo, a olhar o horizonte e o Atlântico. Na fachada, o manto de azulejos que o cobre é dum tom de índigo, quase sugestivo da junção do céu e do mar.





Elevador do Castelo

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O elevador do Castelo é um equipamento em serviço desde 31 de Agosto de 2013, destinado à utilização pública, que corresponde à primeira etapa da ligação entre a Baixa e o Castelo de São Jorge. Esta obra, projectada pelo arquitecto João Pedro Falcão de Campos, surge no contexto da revitalização do eixo da Rua da Vitória e do edifício dos números de polícia 170 a 178 da Rua dos Fanqueiros.
O nível mais baixo, que dá para a Rua dos Fanqueiros, compõe-se de um átrio amplo com duplo pé-direito e uma pequena recepção. Três ascensores e um bloco de escadas transparentes estabelecem a conexão com a Rua da Madalena.




Rua dos Fanqueiros



Átrio




Rua da Madalena

Porto Cidade

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Painéis toponímicos da cidade do Porto.

Quarto Motivo

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"Silhueta", 6-9-2013.

Terceiro Motivo

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Projecto Azulejaria, 3ª fase, 31-8-2013.

337 a 339

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Edifício dos números de polícia 337 e 339 da Rua da Junqueira.


Com a sua malha colorida e esmaltada.

Gigantes

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Setembro é um mês sinónimo de trabalho e de retomar de rotinas. É também o momento certo para o lançamento de uma nova série dos azulejos portugueses, ainda com um em valores geométricos e abstractos, mas seguindo agora o rumo das grandes formas sobre grandes painéis.

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"Sétimos de Sete" (1) e "Fusão" (2) são, oficialmente, os dois grandes painéis a abrir o capítulo da série dos gigantes. No entanto, é importante lembrar que esta série segue o princípio do trabalho "Ondas", o primeiro dos primeiros.

Flor de Mar

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Padrão floreado do número 2 da Rua de Augusto Cardoso, em Setúbal.


Remate

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Para encerrar o capítulo da segunda fase, apresento o painel "Curvalinha", cujo traço está a grafite desde Fevereiro e só em Junho avançou para o domínio informático para ser organizado e replicado.
A unidade do painel tem o seu princípio ordenador numa linha curvilínea que se inicia num ponto de uma circunferência exterior invisível, tangente à quadrícula, que segue o contorno de várias circunferências inscritas e concordantes entre si. O paínel, considerado infinito, é, por sua vez, construído à custa de um jogo de simetrias e anti-simetrias.

Cordilheira

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O painel "Cordilheira" (25-1-2013) desenvolve ainda a temática do desenho geométrico abstracto que reveste a 2ª fase do Projecto Azulejaria.



Museu

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O segundo ano de Projecto de Arquitectura terminou, uma vez mais, com um exercício em contexto urbano, prevendo a ocupação de um lote no bairro de Alfama, em Lisboa, por um volume de espaços: um Museu de Arqueologia.



Iniciado em Fevereiro e concluído no final do mês de Maio, o exercício contemplou um número de fases associadas à pesquisa das matérias inerentes ao projecto ("o que é a arqueologia?"; "o que é um museu e para que serve?"), o estabelecimento de princípios orientadores, o questionamento das suas validades e, por último, a fase de concretização e finalização do modelo.

Apresentam-se algumas imagens sobre as maquetes de representação da envolvente e do volume construídas à escala 1:200 em materiais diferenciados, com o museu destacado pelo cartão branco.



O portfolio final que inclui a explanação deste e dos exercícios anteriores pode ser consultado em http://pt.scribd.com/doc/149347878/Portfolio-TMiranda-Jun13.

Al-Hama

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"Alfama é um bairro no centro histórico de Lisboa com uma diversidade de edifícios, tendo muitos resistido ao terramoto que assolou esta cidade no dia 1 de novembro de 1755.
(...) 
Uma vez que os edifícios de Alfama foram construídos antes do advento do betão armado, como material estrutural dominante, a arquitetura da época recorreu a materiais e técnicas tradicionais para a construção dos diferentes elementos constitutivos. Dos materiais que foram utilizados na construção original enumeram-se a madeira, utilizada nos caixilhos das portas e janelas, a pedra lioz, nos cunhais e cantarias, e a alvenaria (mistura de areia, barro, cal e tijolo), como material principal. Todos estes elementos são comuns às tipologias de edifícios observáveis em Alfama (...)".
Projecto académico no âmbito de Alfama

Quatro-Seis

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"Quatro-Seis", 22-1-2013.

Variante

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Anteriormente foi apresentada uma proposta de padrão constituído por fiadas orientadas de hexágonos irregulares que encaixam uns nos outros. Num momento seguinte, surgiu a ideia de simular a terceira dimensão a partir da transformação dos hexágonos, manipulando-os, de forma a tomarem a aparência de prismas quadrangulares em perspectiva cavaleira.